A Zona Franca de Manaus (ZFM), modelo criado para compensar o distanciamento histórico do governo central do Brasil do extremo norte do país, foi alvo de um dossiê encomendado pelo Ministério da Fazenda ao Banco Mundial em 2015, intitulado “Um ajuste justo”.

O banco com sede nos Estados Unidos, uma espécie de agiota de países em dificuldade financeira, sugere no estudo uma série de ideias ao governo brasileiro, entre as quais a revisão da ZFM.

Na receita liberal, o Banco Mundial sugere que o Brasil teria de fazer “escolhas duras para ajustar suas contas” e trata a ZFM como se fosse um estorvo para o país.

Economistas foram ouvidos pelo jornal paulista e concordam com o resultado geral do estudo, mas divergem das medidas sugeridas.

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