No Japão, numa rua de Fukuoka, em novembro passado, um buraco de 450 m² se abriu numa rua movimentada, mas, 48 horas depois, a rua já estava recuperada e uma semana depois estava funcionando como se nada tivesse acontecido.

 

No Brasil, em Manaus, na avenida das Torres, no fim de dezembro, um buraquinho se abriu na cabeceira da ponte do igarapé do Mindu, mas, 336 horas depois, não há nem sinal de liberação da via.

 

Fotos: Reprodução/Internet/BNC