A missão do prefeito Arthur Neto (PSDB) na sua agenda internacional pela Ásia e Europa é clara: captar recursos para elevar Manaus a um nível condizente com sua condição de metrópole a partir da contribuição de seu polo industrial para o clima do planeta.

Essa é a mensagem que Arthur leva para a conferência mundial das nações unidas sobre mudança climática, a COP-23, em Bonn, na Alemanha, a partir desta segunda, dia 6.

O prefeito da capital do Amazonas entende que recursos do exterior devem aportar investimentos na cidade por manter um polo industrial de nível internacional que contribui para o clima mundial com a preservação de 98% da floresta do estado.

“Então, está na hora de mais capitais jorrarem nas torneiras do Brasil, nas torneiras do Amazonas, nas torneiras de Manaus”, afirmou.

Arthur avalia que no exterior esse papel da Zona Franca de Manaus (ZFM) já tem um certo reconhecimento, o que não acontece no Brasil. Deu como exemplo a tentativa de criação de modelo parecido no Espírito Santo, sobre a qual disse que não prosperará.

Neste final de semana, Arthur se reuniu na Tailândia com diretores do Banco Mundial e ficou otimista com os entendimentos para liberação de recursos para estruturação urbanística e prevenção de acidentes naturais da capital.

O prefeito de Manaus é convidado do Banco Mundial para participar de debates na COP-23 sobre clima.

Manaus e Porto Alegre são as únicas capitais brasileiras entre as 26 cidades mundiais presentes aos fóruns de debates do evento.

 

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Foto: BNC