Nesta segunda, dia 13, um grupo de motoristas, caminhoneiros, mototaxistas e ubers bloquearam saídas de distribuidoras em dois pontos de Goiânia para protestar contra o preço dos combustíveis e os constantes aumentos pela Petrobrás. O litro da gasolina na capital já chega a R$ 4,49 e o do etanol, a R$ 3,29.

A manifestação denuncia a formação de cartel entre os postos na prática dos preços e a alta alíquota do ICMS dos combustíveis, de 30% para a gasolina.

Em outras capitais, como Salvador (BA), Campo Grande (MS) e Brasília (DF), descontentamento da população já vem sendo registrado desde agosto.

Os postos em Manaus oscilam o preço constantemente em anúncios de “promoção”, com o litro da gasolina variando de R$ 3,80 a R$ 4,35, como aconteceu em julho. A capital é possuidora de uma refinaria de petróleo, que é extraído no próprio Amazonas.

Uma das formas de protesto que vem sendo usada é abastecer o carro com até R$ 1, pagar com cédula de valor alto e exigir que os postos forneçam nota fiscal, o que não é uma prática corrente. No mínimo, os manifestantes conseguem atravancar o atendimento no posto com longas filas.

 

Foto: Reprodução/TV Globo