O Amazonas é um dos estados que deve se preparar para receber mais venezuelanos. A ideia do governo federal é redistribuir o massivo número de imigrantes que fogem do regime ditatorial de Nicolás Maduro e de uma crise econômica e política sem precedentes.

Além do Amazonas, o governo pensa em amenizar a crise humanitária causada a partir de Roraima, onde o presidente da República, Michel Temer (MDB), ouviu da governadora Suely Campos (PP) que o estado foi invadido por cerca de 40 mil venezuelanos, distribuindo-os para São Paulo, Paraná e Mato Grosso do Sul.

“É preciso identificar quem são essas pessoas, quais são suas habilidades, quais são suas intenções. Existe todo um trabalho prévio antes de realocá-los. E o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados [Acnur], assim como outras agências da ONU, está pronto para ajudar as autoridades nesse processo”, disse o porta-voz do Acnur, Luiz Fernando Godinho.

Há um mês, a secretária de Assistência Social do Amazonas (Seas), Auxiliadora Abrantes, recebeu do Acnur uma carta de reconhecimento às boas ações de acolhimento de venezuelanos no estado.

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